Prefeitura de Capelinha decide fechar por 30 dias


Zezinho da Vitalina Prefeito Municipal de Capelinha

Por Regiane Marques Sampaio e João Sampaio

A Prefeitura de Capelinha decidiu, em reunião entre prefeitos da região realizada na manhã da quarta-feira dia 27/11, que vai paralisar as atividades entre os dias 16 de dezembro e 17 de janeiro de 2014. Os chamados serviços essenciais, como saúde, limpeza urbana e obras emergenciais, não sofrerão alterações. Outra orientação é comunicar imediatamente os servidores que estão com férias vencidas para quem já cumpram o período a que têm direito. A Amaje (Associação dos Municípios do Alto Jequitinhonha) ficou encarregada de preparar as medidas necessárias para assegurar o respaldo legal à decisão dos prefeitos.

Além do prefeito de Capelinha, Zezinho da Vitalina, outros prefeitos que participaram da reunião disseram que vão tomar o mesmo caminho, dentre eles os prefeitos de Turmalina (Zilmar Lopes), Minas Novas (Gilberto Gomes), Leme do Prado (Irineu Soares) e José Gonçalves de Minas (Aécio Jardim). Thiago Pimenta, prefeito de Angelândia, foi o primeiro da região a anunciar a paralisação, que, no caso do seu município, vai acompanhar o recesso escolar (meados de dezembro até fevereiro). A prefeita de Aricanduva, Arlete Azevedo, não confirmou se também vai aderir à paralisação parcial. Nei do Vino (Veredinha) e Ronaldo Santana (Chapada do Norte) não puderam comparecer à reunião, marcada oficialmente para debater a implantação do Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos do Alto Jequitinhonha.

O objetivo é economizar com custeio da máquina, além de chamar a atenção dos outros entes da Federação (Estado e União) para a situação de calamidade financeira que acometeu as prefeituras, sobretudo as de menor porte. As prefeituras vão ainda aderir ao “Dia do Basta”, mobilização organizada pela Associação Mineira dos Municípios (AMM) com o objetivo de forçar a redistribuição dos recursos arrecadados no país. Atualmente, a divisão do bolo prioriza amplamente a União, em detrimento dos Estados e, principalmente, dos municípios. Para se ter uma ideia, de cada R$ 100 arrecadados com tributos no país, somente R$ 18,70 ficam com o município.

Fonte: Portal Acontece Regional

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